visão singular de um portuense solitário no tempo e no espaço.
18 janeiro 2006
álvaro de campos na rua
por vezes, encontramos surpresas nas esquinas mais conhecidas nunca tinha reparado neste cartaz, o tipo que conduzia o furgão estava especado a olhar para ele, enquanto o semáforo passava para o vermelho. só depois disso o vi! a poesia, tão longe. 18 janeiro 2006
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